Desde a antiguidade que esse sentimento tem sido uma mescla do dizível e indizível. Vem ganhando força e existindo em sua forma mais pura e verdadeiramente impura nos corações dos seres humanos.
De acordo com as interpretações humanas, algumas exageradas, outras bem comedidas, o amor é um sentimento que pode curar, pode transformar e criar uma amistosidade harmônica para todos. Logo, o amor é um sentimento de reação as coisas que nos cercam. Para algumas reagimos com mais intensidade trazendo lembranças do fundo da memória para reforçar o nosso estado de espírito. Para Krishnamurti, p. 94:
“O Amor é um sentimento? Que é sentimento? O sentimento é como o pensamento. Sentimento é sensação. Vejo uma flor e “reajo” a essa flor: gosto ou não gosto dela. O “gosto” ou o “não gosto” é ditado por meu pensamento, e o pensamento é reação do fundo de memória. Assim, digo: “Gosto daquela flor” ou “Não gosto daquela flor”; “Gosto deste sentimento” ou “Não gosto daquele sentimento”. Ora, o amor está em relação com o sentimento? Qual é vossa resposta? Vede o que minha pergunta significa. Escutai-a! O amor é um sentimento? Sentimento é sensação, evidentemente — sensação de gosto e desgosto, de bom e de mau, de sabor agradável, etc. Esse sentimento está relacionado com o amor? Eis a questão. E que significa para vós o amor?”
Já o dicionarista Luft, 1996, p.33, diz que amor é um substantivo masculino que significa “afeição profunda pela pessoa amada, o zelo e o cuidado”. É uma palavra Polissêmica por apresentar várias acepções inseridas no verbete. Quando usamos um dicionário devemos estar atentos ao contexto semântico que desejamos empregar. Para Carvalho, 2007, p.54:
“Não é tarefa fácil definir o amor. A primeira dificuldade resulta do fato de que é uma palavra polissêmica, por exemplo, em ‘amor platônico’, ‘amor entre amigos’, ‘amor entre pais e filhos’, ‘amor entre marido e mulher’, ‘amor entre pessoas do mesmo sexo’, ‘amor a Deus’, ‘amor aos animais’, ‘amor à vida’, ‘amor ao perigo’, ‘amor à verdade’, entre outros exemplos.”
Cada vez que procuramos o sentido da palavra amor, nos deparamos sempre com um sentido ligado a uma carga cultural muito forte, aquele sentido que nos rodeia que vem da sociedade a qual participamos e herdamos todos os valores. Cada sociedade tem sua forma de pensá-lo, nomeá-lo e dar sentido ao vocábulo. Ainda temos mais variantes quando analisamos o vocábulo pelo plano particular, emocional e individual. Encontramos ainda em Houaiss apud Carvalho, 2007, p.55, definições de amor:
“...verificamos que o amor é definido, por exemplo, como ‘atração afetiva’ ou física que, devido a certa afinidade, um ser manifesta por outro, forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consangüinidade ou de relações sociais;atração baseada no desejo sexual, afeição baseada em admiração, benevolência ou interesses comuns, dolorosa amizade; força agregadora ou protetiva que sentem os membros dos grupos familiares ou não entre si,devoção afetuoso de vida a Deus por suas criaturas, entre outras definições”.
O verbete “Amor” e suas acepções sempre estiveram presentes na relação humana em suas formas mais variantes, os diversos contextos do carinho físico ao sentimento de devoção religiosa. Todo discurso, toda convivência construindo dialetos de vida apresentam essa relação do sujeito com um objeto personalizado e distinto para cada ser. Assim se manifesta em sua significação. Mas todas as significações possíveis chegam à atração do sujeito por um objeto de amor. Essa tônica relação marca o apego humano de forma excessiva ou não. Para Carvalho, 2007, p.56:
“A definição de ‘apegar como fazer sentir ou sentir apego’, opera como uma paráfrase de ‘capturar ou ser capturado’, que define Poe sua vez o ‘amor’. Considerando o apegar como ‘fazer aderir a, colar, agarrar-se’; Capellanus apud Carvalho, p.56. ‘aquele que ama é um sujeito apegado, atraído pela força do objeto”.
Na Grécia Antiga, a Língua Grega apresentava uma forma escrita para cada tipo de amor. Um nome diferente para cada necessidade. Em Língua Portuguesa só existe um só vocábulo para todas as acepções possíveis de sentido. A diferenciação se dá pelos adjuntos e complementos que o qualificará no contexto. Podemos citar alguns casos:
1. “AGÁPE” – Grego Antigo (Amor ligado a Espiritualidade);
(festa dos primitivos cristãos que consistia de uma refeição comum com a qual era celebrado o rito eucarístico – Houaiss);
“ÁGAPE” – Português (Amor ligado a Espiritualidade);
(qualquer refeição entre amigos – Houaiss);
(refeição de confraternização – Luft);
2. “STORGE” – Grego Antigo (Amor Incondicional);
(consistia no amor familiar, pais, filhos, irmãos, primos, tios, avós, mais doação que troca);
“STORGE” – Português (Não existe O VOCÁBULO, mais existe o AMOR DE IRMÃO);
3. “FILIÁ” – Grego Antigo (Amor/ AMIZADE);
(consistia no amor ENTRE AMIGOS, a amizade em português);
(querer bem a quem não é da família - troca);
“FILIÁ” – Português (Não existe O VOCÁBULO, mais existe A AMIZADE);
4. “EROS” – Grego Antigo/Cupido Romano (Amor/ Prazer Sexual) outras palavras ligadas ao amor em latim: amor, dilectio, charitas;
(consistia na troca de prazer);
“EROS”, aportuguesou-se em “ERÓTICO”– PORTUGUÊS (Amor/ Erótico);
(consistia na atração libidinal – intenso querer com conjunção carnal);
5. “PRAGMA” – Grego Antigo (Prática/Negócio);
(consistia numa forma de amor que prioriza o lado prático das coisas – o casamento como um contrato de interesses);
“PRAGMA”– Português (De acordo com as formalidades, com a etiqueta);
Amor em Português é uma palavra derivada do latim “AMOR” e representa todos os significados já citados acima, convém lembrar: compaixão, querer bem, afeição, misericórdia, atração, inclinação, libido, apetite, satisfação, paixão, conquista, desejo. Assim de forma mais simples é toda ligação emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de recebê-la, fortalecê-la através de estimulos sensoriais e psicológicos mantendo a ligação e motivando essa relação.
“Eros (Cupido, no panteão romano) era o deus grego do amor. Hesíodo, na sua Teogonia, considera-o filho de Caos, portanto um deus primordial. Além de o escrever como sendo muito belo e irresistível, levando a ignorar o bom senso, atribui-lhe também um papel unificador e coordenador dos elementos, contribuindo para a passagem do caos ao cosmos”.
Assim o amor se perpetuou do início da formação das sociedades até a atualidade, encontramos nesta história exemplos belíssimos como o amor em Platão, que pela primeira vez aparece a idéia de Paixão, o amor ideal, puro, impossível de realizar, em Sócrates, mas o destaque maior é o amor de cristo para com a humanidade, com descrições na Bíblia como em:
“o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (I coríntios 13: 4-7).
“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.” (João 15: 12-13).
Diante da ciência moderna temos as reações químicas que o amor desencadeia no organismo humano, produzindo a dopamina, norepinefrina e feniletilamina. O efeito dessas afetaminas – substâncias naturais do organismo humano. Nos deixa e eufóricos e já ocorreram casos de atores hollywoodianos sofrerem com dependência do amor físico de Eros. O vício nos torna sem capacidade de amar de forma duradoura é o famoso aventureiro. A estabilidade amorosa faz o organismo produzir a endorfina e o orgasmo tão sonhado pelas mulheres, pesquisas recentes revelam que ao corpo produzir oxitocina, assim o orgasmo fica poderoso com uma gloriosa sensação de prazer indescritível.
Referências Bibliográficas:
KRISHNAMURTI. A Mutação Interior – Cultrix- página 94 e 95.
CARVALHO, Paulo César de. Os Nomes do Amor. Revista Língua Portuguesa. 2007. Ano I. Nº 01, p. 54 - 57. Escala Educacional.
http://www.renascebrasil.com.br/f_amor2.htm
http://www.algosobre.com.br/comportamento/algo-sobre-o-amor.html
profrobsonmou@yahoo.com.br -> Robson Moura
Kadar Pegasus - كادار بيغاسوس
Phoenix irá repousar no seu túmulo. Ad Aeterno. Ad Gloriam. Ad Posterus.
quinta-feira, 16 de março de 2017
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Fé, prática e estudo
- “Se carecer de qualquer um desses três itens, o exercício budista deixará de ser uma prática correta”
A prática do Budismo Nitiren, que visa à transformação da própria vida, é embasada no exercício da fé, da prática e do estudo.
“Fé” corresponde a abraçar e a acreditar no Budismo Nitiren, na verdadeira Lei dos Últimos Dias, em especial no supremo objeto de devoção, o Gohonzon. Essa “fé” é o ponto de partida e de chegada do exercício budista.
O segundo item, “prática”, indica a ação concreta visando à transformação da vida, a aplicação dos ensinamentos budistas na vida diária.
Por fim, o “estudo” é a busca pelos ensinos budistas de forma a obter uma diretriz para a correta prática da fé, apoiando a “prática” e fortalecendo ainda mais a “fé”.
Se carecer de qualquer um desses três itens, o exercício budista deixará de ser uma prática correta.
Na seguinte frase do escrito “O Verdadeiro Aspecto de Todos os Fenômenos”, Nitiren Daishonin elucida sobre este princípio: “Creia no Gohonzon, o supremo objeto de devoção de todo o Jambudvipa. Fortaleça ainda mais sua fé e receba a proteção dos budas Sakyamuni, Muitos Tesouros e das dez direções. Exerça-se nos dois caminhos da prática e do estudo. Sem eles, não pode haver Budismo. Deve não somente perseverar em sua fé, mas também ensinar aos outros. Tanto a prática como o estudo surgem da fé. Ensine aos outros com o melhor de sua habilidade, mesmo que seja uma única sentença ou frase” (END, v. 5, p. 256).
1. Fé
A “fé” significa “acreditar e abraçar”, isto é, acreditar e abraçar os ensinos do Buda. A fé é o único caminho para ingressar na condição de vida do Buda.
O terceiro capítulo do Sutra de Lótus, “Parábolas”, prega que Shariputra (ou Sharihotsu), o mais sábio dos discípulos de Sakyamuni, só conseguiu incorporar os princípios contidos no Sutra de Lótus por meio da fé.Trata-se do princípio de “ingressar unicamente por meio da fé” (ishin tokunyu).
Para se evidenciar na própria vida a extraordinária sabedoria e a condição de um buda que descobriu o verdadeiro aspecto da vida e do universo, não há outro meio senão a fé. Ao abraçar os ensinos do Buda com fé, pode-se compreender a veracidade dos princípios da vida expostos no Budismo.
Nitiren Daishonin compreendeu com a própria vida a Lei fundamental do Universo, o Nam-myoho-rengue-kyo, e a materializou na forma de Gohonzon.
O ponto fundamental da prática do Budismo Nitiren está em acreditar profundamente que esse Gohonzon é o único objeto capaz de fazer manifestar a condição de Buda em nossa vida.
Quando nos dedicamos intensamente na recitação do Daimoku com fé no Gohonzon, podemos manifestar a condição de Buda inerente.
2. Prática
A “prática” corresponde à ação com base na fé no Gohonzon.
O Budismo explica que as funções do Buda estão originariamente inerentes, ou seja, são próprias da vida do ser humano. O objetivo da prática budista consiste em fazer essas funções do Buda ocultas na vida se evidenciarem e, dessa forma, a felicidade absoluta é conquistada. Porém, para que essa força seja evidenciada em meio à realidade da existência, é necessário um trabalho concreto de transformação. Em outras palavras, para manifestar a condição do estado de Buda, são necessárias contínuas ações centradas no bom-senso. Essas ações correspondem à “prática”.
Há dois aspectos na “prática”: a individual, ou para si próprio; e a altruística, voltada para os outros. Assim como as rodas de um carro, a falta de qualquer um desses dois aspectos não conduz a uma prática completa.
A “prática individual” refere-se ao exercício budista visando à conquista dos benefícios da Lei para si mesmo. E a “prática altruística” corresponde à ação de ensinar o Budismo às outras pessoas para elas obterem benefícios.
Num de seus escritos, Nitiren Daishonin afirma: “Entretanto, agora entramos nos Últimos Dias da Lei e o Daimoku que eu, Nitiren, recito é diferente daquele das eras anteriores. Esse Nam-myoho-rengue-kyo inclui tanto a prática individual como a altruística” (WND, v. 2, p. 986).
Assim, a prática correta do Budismo Nitiren consiste nas práticas individual e altruística, ou da recitação do Daimoku com fé no Gohonzon e do ato de ensinar sobre seus benefícios às outras pessoas, recomendando-lhes à prática budista.
De forma concreta, a “prática individual” é composta pela recitação do Gongyo e do Daimoku; e a“prática altruística”, pela propagação dos ensinos, isto é, pela concretização do Chakubuku. As diversas atividades da SGI em prol do Kossen-rufu também são exercícios que correspondem à “prática altruística”.
Gongyo e propagação dos ensinos: práticas para a transformação da vida
Uma das ações para a transformação da vida é a prática do Gongyo, que consiste na recitação de trechos dos capítulos Hoben e Juryo do Sutra de Lótus e do Daimoku diante do Gohonzon.
Sobre os benefícios da prática do Gongyo, Nitikan Shonin afirmou: “Quando abraçamos a fé neste Gohonzon e recitamos o Nam-myoho-rengue-kyo, nossa vida se torna imediatamente o objeto de devoção do itinen sanzen, o próprio Daishonin”. Essa frase indica que a prática do Gongyo diante do Gohonzon faz surgir a mesma força e sabedoria de Nitiren Daishonin na vida das pessoas.
Num de seus escritos, Daishonin faz uma analogia da prática do Gongyo ao ato de polir o espelho: “Isso se assemelha a um espelho embaçado que brilhará como uma joia quando for polido. A mente que se encontra encoberta pela ilusão da escuridão inata da vida é como um espelho embaçado, mas, quando for polida, é certo que se tornará como um espelho límpido, refletindo a natureza essencial dos fenômenos e da realidade. Manifeste profunda fé polindo seu espelho dia e noite. Como deve poli-lo? Não há outra forma senão devotar-se à recitação do Nam-myoho-rengue-kyo” (END, v. 1, p. 4).
Nessa analogia, o espelho é o mesmo, antes e depois de ser polido, não havendo substituição do objeto. Porém, sua função e utilidade se transformam completamente. Da mesma forma, a prática do Gongyo não fará que nos tornemos outra pessoa. Todavia, purificaremos a essência da nossa vida, fazendo-a se transformar radicalmente.
Em relação à “propagação dos ensinos”, Nitiren Daishonin cita no escrito “O Verdadeiro Aspecto de Todos os Fenômenos”: “Deve não somente perseverar em sua fé, mas também ensinar aos outros. Tanto a prática como o estudo surgem da fé. Ensine aos outros com o melhor de sua habilidade, mesmo que seja uma única sentença ou frase” (END, v. 5, p. 256). E, na “Carta a Jakuniti-bo”, Nitiren Daishonin afirma: “Portanto, os que se tornam discípulos e seguidores leigos de Nitiren devem compreender a
profunda relação cármica que compartilham com ele e propagar o Sutra de Lótus exatamente como ele faz” (WND, v. 1, p. 994).
Por essa razão, o importante é apresentar mesmo uma única frase sobre o Budismo aos amigos, visando à felicidade individual e à das outras pessoas. Agindo dessa forma, é possível aprofundarmos ainda mais a prática da fé, bem como nos tornarmos verdadeiros discípulos de Nitiren Daishonin, manifestando a elevada condição de vida do Buda e de Bodhisattva que se empenha pela iluminação de todas as pessoas.
O Gongyo e os esforços para propagar os ensinos tornam-se a grande força para a transformação da própria vida. A prática altruística é também uma ação que corresponde à missão e ao comportamento do Buda, conforme Nitiren Daishonin afirma na seguinte passagem: “A pessoa que recita mesmo uma única frase do Sutra de Lótus e a ensina a outra pessoa é a emissária do Buda Sakyamuni, o lorde dos ensinos” (END, v. 5, p. 98).
3. Estudo
O “estudo” refere-se ao estudo dos ensinos budistas, buscando o correto aprendizado de seus princípios, tendo como base a leitura, de forma respeitosa, do Gosho deixado por Nitiren Daishonin. Com o correto aprendizado dos princípios budistas, é possível aprofundar ainda mais a fé, assim como desenvolver uma verdadeira prática. Sem o estudo do Budismo, corre-se o risco de fazer interpretações com base no próprio pensamento ou ser enganados por pessoas que expõem ensinos errôneos.
Como todos sabem, a base do estudo do Budismo é a fé. Nitiren Daishonin esclarece: “Tanto a prática como o estudo surgem da fé” (END, v. 5, p. 256). O segundo presidente da Soka Gakkai, Jossei Toda, também costumava dizer: “A fé busca a razão e a razão aprofunda a fé”. Portanto, o objetivo do estudo e da compreensão do Budismo é aprofundar a fé.
Nitiren Daishonin conclama a todos que leiam repetidas vezes seus escritos, como percebe-se na seguinte frase: “Deixe meu mensageiro ler esta carta uma vez e mais uma vez” (As Escrituras de Nitiren Daishonin, v. IV, p. 287).
Para seus discípulos que lhe perguntavam sobre os princípios do Budismo, ele sempre os elogiava por manifestarem o espírito de procura.
Nikko Shonin (Discípulo do Buda Nitiren Daishonin) também recomenda o estudo do Budismo em seus “Vinte e Seis Artigos de Advertência”, quando afirma: “Gravando o Gosho profundamente em sua vida” (Gosho Zenshu, p. 1618) e “Aqueles de aprendizado insuficiente, que buscam somente a fama e a fortuna, não se enquadram como seguidores desta correnteza” (Gosho Zenshu, p. 1618).
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Hackers do grupo Anonymous vão desligar Internet em 31 de março
19.02.2012, 17:56 | |
Os hackers do grupo famoso Anonymous declararam que vão privar todo o mundo da Internet. O desligamento Os hackers do grupo famoso Anonymous declararam que vão privar todo o mundo da Internet. O desligamento planeja-se em 31 de março. “Como protesto contra a lei SOPA, Wall Street, os nossos líderes irresponsáveis e os preferidos proprietários de bancos, que forçam o mundo a sofrer com fome através das suas necessidades egoístas, e simplesmente para se divertir sadicamente em 31 de março os hackers do Anonymous vão desligar a Internet”, diz-se na mensagem do grupo hacker.Os hackers chamaram o ataque um Global Blackout. O seu objetivo é atrapalhar o funcionamento de 13 servidores DNS raiz. Conforme a opinião dos representantes da organização, depois do ataque nenhum utente não poderá realizar a busca de nome de domínio. Fonte: Voz da Rússia. |
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Seis coisas que atrapalham uma rede Wi-Fi
Marcelo Bernstein
Sua rede Wi-Fi doméstica parece lenta? Um estudo recente da empresa inglesa Epitiro, especializada na análise de redes de banda larga, mostra que os consumidores perdem em média 30% da largura de banda oferecida por seus aparelhos quando usam uma conexão sem fios em casa.
Por que a lentidão? Você já deve ter ouvido falar que eletrônicos domésticos, incluindo fornos de microondas, babás eletrônicas e telefones sem fio afetam o desempenho das redes. Para separar os fatos da ficção um especialista no assunto foi consultado para esclarecer estas dúvidas: Nandan Kalle, gerente da unidade de produtos de rede da fabricante de roteadores Belkin. Veja o que ele tem a dizer sobre as principais causas de problemas.
sábado, 11 de junho de 2011
Para um amor que não tenho...
Esses videos é para uma pessoa que entenderá o significado deles...
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Traduções
domingo, 3 de abril de 2011
Lançada mais duas soluções para área de educação: Sagu e Gnuteca
O portal do Software Público Brasileiro (SPB), coordenado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), passa a hospedar a partir da próxima semana duas novas aplicações para a área de educação: o Gestão Acadêmica, também chamado Sagu, e o Gestão de Bibliotecas, o Gnuteca. Ambas foram desenvolvidas pela Cooperativa de Soluções Livres (Solis), com apoio do Centro Universitário Univates de Lageado, Rio Grande do Sul.
O lançamento desses programas, já licenciados como softwares livres, será na segunda-feira (28), às 14h30, na sede da Companhia de Processamento de Dados do RS (Procergs), em Porto Alegre.
“Além de baixar e utilizar as ferramentas gratuitamente, o interessado ou entidade tem a liberdade de alterar o código das aplicações adequando-as a sua realidade e disponibilizar a nova versão para outras pessoas da comunidade”, diz o diretor do Departamento de Governo Eletrônico da SLTI, João Batista Ferri de Oliveira.
De acordo com João Batista, uma das finalidades do Sagu é automatizar os processos de instituições de ensino, como o registro da vida escolar do estudante, desde a sua admissão até a expedição do certificado do curso. Já o software para gestão de bibliotecas vai atender o gerenciamento de livros e periódicos de entidades e escolas de pequeno, médio e grande porte. “Esta ferramenta proporciona um uso mais flexível, pois segue padrões internacionais. É própria para ser aplicada em bibliotecas com acervo de 100 a 250 mil exemplares”, explica Ferri.
100 mil - Criado em 2007, o portal do SPB já conta com 49 soluções voltadas a diversos setores. Neste mês, o sistema registrou a marca de 100 mil usuários cadastrados em todo o país e que se beneficiam dos programas. Os serviços disponíveis são acessados até por empresas de outros países, como Argentina, Portugal, Chile e Paraguai.
Para a SLTI, o portal já se consolidou como um ambiente de compartilhamento de softwares. Isso resulta em uma gestão de recursos e gastos de informática mais racionalizada, ampliação de parcerias e reforço da política de software livre no setor público.
Entre os programas mais usados pela comunidade virtual estão o Coletor Automático de Informações Computacionais (Cacic), que verifica informações sobre hardware e software nos computadores, o Ginga (soluções para TV Digital Brasileira), além de sistemas de gestão para municípios e programas na área da saúde, educação, meio ambiente e gerenciamento de contratos.
Fonte: Portal do Ministério do Planejamento
Fonte 2: Portal do Software Publico
domingo, 20 de março de 2011
Mais um dia pensando...
Essa letra de que coloco abaixo me faz lembrar o 1° ano de faculdade, sem medo de fazer as coisas, de aventurar-me em qualquer coisa. Sinto essa falta de iniciativa minha, preso por regras sociais. Tenho uma vontade imensa de estar em um lugar, mas infelizmente ainda não posso, primeiro tenho que acabar o que estou fazendo e voltar a analisar as mudanças, olha ai novamente pensando o que fazer... Putz!!! Quero voltar a ser o que era antes, sem pensar muito nas conseguencias, chegar e fazer... Minha cabeça até está latejando de vontade de fazer algo. Mas não envolve só minha pessoa agora, existe outras conseguencias nos meus atos. Pensar, pensar, isso está acabando comigo. Ahh!!! Que falta eu sinto daquele lugar... Como lembro bem da praça...
Mais uma vez essa letra é para você...
Vida Cigana
Composição: Geraldo Espíndola
Oh! Meu amor
Não fique triste
Saudade existe pra quem sabe ter
Minha vida cigana
Me afastou de você
Por algum tempo vou ter que viver
Por aqui
Longe de você
Longe do seu carinho
E do seu olhar
Que me acompanha
Tem muito tempo
Penso em você a cada momento
Sou água de rio
Que vai para o mar
Sou nuvem nova que vem pra molhar
Essa noiva
Que é você
Para mim você é linda
A dona do meu coração
Que bate tanto
Quando lhe vê
É a verdade que me faz viver
Meu coração bate tanto quando lhe vê
É a verdade que me faz viver
P.S.: Quando escutei essa música pela primeira vez ela não era famosa ainda, foi um banda formada por alunos de Musica da faculdade que tocaram ela. Até falaram de quem era, mas não lembrava de quem era e quem cantava na época.
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Poesia
sexta-feira, 4 de março de 2011
Centre Stage - Hand In Hand
Nós podemos tudo que desejar-mos... Isso mostra que devemos lutar sempre pelo que sonhamos...
Uma apresentação perfeita com um toque de lição de vida.
Isso prova que a dança supera tudo!
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